Quando ir
A melhor época para visitar as Maldivas é entre novembro e abril, durante a estação seca. O céu fica limpo, o mar calmo e a visibilidade para snorkeling e mergulho é excepcional. Dezembro e janeiro são os meses mais disputados e caros.
Entre maio e outubro, a estação das chuvas traz aguaceiros curtos mas intensos. O mar fica um pouco mais agitado, mas os preços caem consideravelmente e ainda é possível aproveitar muito bem as ilhas.
Como chegar
O Aeroporto Internacional Velana, em Malé, é o principal ponto de entrada nas Maldivas. Não há voos diretos do Brasil: o roteiro mais comum passa por Dubai, Doha, Colombo ou Singapura, com duração total de 20 a 24 horas.
De Malé, chega-se às ilhas e resorts de hidroavião (seaplane), barco de alta velocidade (speedboat) ou barco local (dhoni). A escolha depende do resort: muitos oferecem transfer incluso na diária.
Onde ficar
As Maldivas são formadas por mais de 1.000 ilhas, mas apenas cerca de 200 são habitadas. Cada resort geralmente ocupa uma ilha inteira (one island, one resort), o que garante privacidade e exclusividade absolutas.
Os bangalôs sobre o mar (overwater bungalows) são o símbolo maior das Maldivas: quartos de luxo suspensos sobre a lagoa com acesso direto ao oceano e vista de tirar o fôlego. Para orçamentos menores, as ilhas locais como Maafushi e Dhigurah oferecem guesthouses a preços muito mais acessíveis.
| Resort | Avaliação |
|---|---|
| Soneva Jani | ⭐ 4.9 |
| Gili Lankanfushi | ⭐ 4.9 |
| Six Senses Laamu | ⭐ 4.8 |
| Anantara Veli Maldives Resort | ⭐ 4.7 |
| Oblu Select Lobigili | ⭐ 4.6 |
O que fazer
Snorkeling e mergulho são as atividades-rainha das Maldivas. Os recifes de coral abrigam tartarugas, raias-manta, tubarões-baleia e centenas de espécies de peixes coloridos. A visibilidade da água chega a mais de 30 metros em condições ideais.
Pôr do sol de bangalô sobre o mar, passeios de caiaque pela lagoa, pescaria noturna com os locais, stand-up paddle ao amanhecer e jantares na praia iluminados por tochas são experiências que tornam as Maldivas incomparáveis.
Os mais aventureiros podem contratar excursões para nadar com tubarões-baleia (a maior espécie de peixe do mundo, inofensiva aos humanos) e assistir ao bioluminescência das praias à noite, um fenômeno natural de rara beleza.
Restaurantes
Nos resorts de luxo, a gastronomia é um dos pontos altos da estadia. Os restaurantes costumam ter culinária internacional de altíssimo nível, jantares na praia e experiências gastronômicas temáticas.
A culinária local maldiviana é fortemente baseada em peixe e coco. O garudhiya (caldo de peixe), o mas huni (atum com coco ralado e pimenta) e o roshi (pão plano) são pratos típicos que valem a experiência.
Nas ilhas locais, pequenos restaurantes servem pratos tradicionais a preços bem mais acessíveis do que os resorts. A ilha de Malé tem uma variedade surpreendente de opções para quem passa por lá.
Dicas
As Maldivas são um país islâmico: no aeroporto e nas ilhas locais, evite roupas muito curtas e o consumo de álcool em público. Nos resorts privados, as regras são mais flexíveis e o álcool é permitido.
Leve protetor solar mineral: os protetor convencionais com oxibenzona destroem os corais. Use protetor com filtros minerais (dióxido de titânio e óxido de zinco) para proteger o ecossistema marinho.
Planeje com muito antecedência: os melhores resorts ficam reservados com meses ou até um ano de antecedência, especialmente durante dezembro e janeiro. A moeda local é a rufiyaa maldiviana, mas o dólar americano é aceito em praticamente todos os estabelecimentos.